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Mostrando postagens de Junho, 2013
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Eólicas: Moradores fazem relatos de destruição provocada pelas geradoras Share on facebook Share on twitter Share on googlebuzz Share on email More Sharing Services Compartilhar por Wilton Júnior, para Estadão, em 03 de junho de 2013, Sabiaguaba, amontada - Ce. Foto: Camila Garcia MACAU E GUAMARÉ (RN) - Sob o sol forte do junho nordestino, um jegue mordisca ervas junto a um areal cercado de carnaúbas, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Ponta do Tubarão, no Rio Grande do Norte. Não parece, mas ali, no espaço cercado pelas árvores típicas da região, indicadoras de que há água sob a terra, até poucos meses era a Lagoa do Carnaubal, um afloramento à superfície do lençol freático, que cresce quando o inverno - os seis meses de chuvas da região-, é bom, o que não acontece há algum tempo por lá. Um buraco de poucos metros, com uma poça de água suja, ao lado de um monte de areia escurecida, é o que resta do bebedouro de animais domésticos, criados soltos, principalme
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O MANGUE É DO CUMBE A Comunidade do Cumbe, em Aracati/CE, está em luta pela preservação do meio ambiente e contra a degradação gerada pelas fazendas de carcinicultura instaladas no ecossistema frágil de manguezais, o que tem tornado cada vez mais escassa a pesca e a cata de caranguejos, fontes básicas de subsistência da comunidade. A luta do povo do Cumbe é pela sua própria sobrevivência na área habitada desde tempos remotos por seus ancestrais. Não se trata de um conflito qualquer pela posse particular de um pedaço de terra, mas da luta pela sobrevivência de uma comunidade inteira. Afinal, os moradores do Cumbe sobrevivem basicamente da pesca e da extração de mariscos no mangue, atividades seriamente ameaçadas pela carcinicultura. Os danos socioambientais provocados pela carcinicultura na zona costeira cearense têm sido objeto de vários estudos acadêmicos, tendo sido alvo ainda da constante vigilância do IBAMA. No entanto, a expansão dos viveiros de camarão na área de m
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CARTA ABIERTA DE REDMANGLAR INTERNACIONAL A AUTORIDADES GUBERNAMENTALES DE ARACATÍ Señor: Iván Silvéiro Prefeito de Aractí, Ceará Brasil _______________________________________________________________________ ANTE LA CRIMINALIZACIÓN DE LA COMUNIDAD DE CUMBE, CEARA, BRASIL, POR LA DEFENSA DE SUS TERRITORIOS. Las comunidades y organizaciones miembro de Redmanglar Internacional expresan su total rechazo a las acciones de criminalización que vive la comunidad de Cumbe, por intereses particulares del empresario Rubens Gomes dos Santos. Este empresario proceso legalmente a cinco pescadores locales con el argumento de que ingresaron sin autorización al área, una finca camaronera inactiva y abandonada desde el 2004. Gomes dos Santos pidió al juez de Aracatí le conceda por medida cautelar la recuperación de este territorio del pueblo de Cumbe a su favor. Desde el 2004 el empresario ha tratado por todos los medios de reactivar de manera ilegal la finca, recurriendo inclus
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Parque eólico causa problemas ambientais e sociais em Aracati, segundo moradores Moradores estão insatisfeitos com os impactos causados após construção de parque eólico Tribuna do Ceará  em  Ceará  |04/06/2013 - 19:10 3 LIKES 2 TWEETS 0 PLUS   1 OPINIÕES Diminuir fonte   Aumentar fonte *Hayanne Narlla e Roberta Tavares Após o início da construção de um  parque eólico , para a produção de energia limpa, os moradores de  Aracati , a 150 quilômetros de Fortaleza, reclamam dos impactos sociais e ambientais. Segundo o mestrando João do Nascimento, da comunidade do Cumbe, no município, o que está acontecendo no local é “outra  recolonização ”, semelhante a que aconteceu na época do descobrimento do Brasil. Ele conta que, desde 2008, quando o parque começou a ser instalado, as empresas chegaram com o “mesmo discurso, prometendo desenvolvimento, progresso, geração de renda”. “Nós moramos em comunidades atrasadas para eles. E eles são a salvação, incluindo a
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‘Energia limpa’ é alvo de ambientalistas Comunidades no Ceará e Rio Grande do Norte denunciam: instalação de usinas eólicas virou salvo-conduto para destruição de dunas, lagoas e vegetação 02 de junho de 2013 | 2h 06 Notícia Comentários  18     A+   A- Assine a Newsletter Wilson Tosta, enviado especial a Aracati (CE) e Macau (RN) - O Estado de S.Paulo Veja também: Empresas negam problemas Eólicas já receberam R$ 8,9 bilhões do BNDES Moradores relatam destruição ambiental Professor que participou de protestos diz que escapou de sequestro ARACATI, CEARÁ - Casa pobre, sem eletricidade, o pescador José Nazário da Silva, de 49 anos, vê os cataventos gigantes, cravados nas dunas de Canoa Quebrada, em Aracati (CE). Os geradores de energia eólica estão a 300 metros para lembrar o pescador do desmatamento que marcou a chegada da usina e dos empregos que a empresa não trouxe para a região. Do outro lado da cidade, no Cumbe, o cat